É uma péssima noticia, mas a verdade é que um cientista americano garante que a cerveja está repleta de hormonas femininas, o que pode alterar a natureza e o comportamento dos homens que a consomem. Juntou-se um grupo de 100 bebedores masculinos e cada um recebeu 5 litros de cerveja.
Passado algum tempo, observaram-se os seguintes efeitos:
• A totalidade dos homens ganhou peso (coisa de mulher);
• Falam em excesso e sem sentido (coisa de mulher);
• Tornam-se altamente emocionais (coisa de mulher);
• Não conseguem guiar (coisa de mulher);
• Não conseguem pensar racionalmente (coisa de mulher);
• Discutiam por futilidades (coisa de mulher);
• Não pedem desculpas quando estão errados (coisa de mulher).
Portanto atenção meus senhores, bebam vinho mas do bom...
"A mulher põe piercings, faz tatuagens, tem parto normal, faz lipoaspiração, aplica 101 coisas na cara, arranca os pelos com uma pinça ou com cera quente (quase a ferver) faz ginástica e aérobica, pratica yoga e faz abdominais mas diz que não gosta de sexo anal porque dói!
Que incoerência, meninas!!"
Psicólogos tentam perceber por que é que as crianças interagem com objectos em miniatura como se fossem adaptados ao seu tamanho.
Porque é que as crianças até aos dois anos e meio tentam fazer acções impossíveis com objectos de pequena dimensão? Um grupo de psicólogos das universidades norte-americanas de Virginia, Northwestern e Illinois, desenvolveu um estudo para tentar perceber as razões desse tipo de comportamentos. A imaturidade na interacção de duas áreas do cérebro está na origem desse comportamento, dizem os investigadores na última edição da revista "Science".
A equipa estudou comportamentos como a tentativa de entrar num pequeno carro de brincar ou de se sentar numa cadeira de bonecas, reveladas por crianças entre os 18 e os 30 meses. Os erros de escala comuns nas crianças dessa idade resultam de uma falha na ligação entre duas áreas do cérebro, concluem os cientistas.
Uma das áreas imaturas do cérebro é responsável pelo reconhecimento visual dos objectos, e pelo planeamento das acções a desenvolver com eles. A outra área está relacionada com a percepção do tamanho dos objectos, e com o controlo dos movimentos necessários para executar as acções. Quando as crianças tentam fazer coisas impossiveis, há uma falta de coordenação entre a percepção e a acção.
O estudo partiu de uma experiência com 54 crianças, dos 18 aos 30 meses de idade. Cada bebé foi observado numa sala onde se encontravam vários brinquedos. Três desses objectos (um escorrega, uma cadeira de bebé e um carro, que podiam conduzir) tinham dimensões adaptadas ao seu tamanho. Numa fase seguinte, as crianças foram levadas para fora da sala, enquanto os três objectos foram substituidos por réplicas, em miniatura. No regresso à sala, os bebés foram incentivados a interagir com as réplicas, no caso de não o fazerem de forma natural.
A experiência foi gravada e, na análise das imagens, os psicólogos distinguiram os erros de escala dos comportamentos em que as crianças apenas fingiam brincar com os objectos em miniatura. Os investigadores concluíram que 25 das 54 crianças tentaram utilizar, com alguma persistência, os objectos em miniatura, como se fossem adaptados ao seu tamanho.
Dos 40 erros de escala revelados, 14 ocorreram de uma forma espontânea, sem que fosse necessário chamar a atenção das crianças para a presença dos brinquedos em miniatura. A incidência dos erros de escala foi maior nos bebés com cerca de dois anos de idade.
Os investigadores concluíram que, quando uma criança dos 18 aos 30 meses vê uma cadeira, é activada no seu cérebro a representação mental de uma cadeira típica, de dimensões médias. Essa representação activa a rotina motora, que leva o bebé a interagir com o objecto. Se a criança estiver em contacto com uma cadeira em miniatura, normalmentem há uma inibição da rotina motora, por estar associada a um objecto de maior dimensão. Neste caso, a criança não comete erros de escala.
Os psicólogos descobriram que é possível que não se dê essa inibição da rotina motora e, quando isso acontece, a criança age tendo em conta a representação mental de uma cadeira típica. O mesmo pode acontecer com outros objectos.
A causa está na falta de coordenação entre dois sistemas do cérebro. Os erros de escala ocorrem quando a informação sobre a identidade de um objecto, processada pelo siatema ventral, não está integrada com a informação sobre o seu tamanho, processada pelo sistema dorsal. "Nos erros de escala, a habitual integração entre os dois sistemas no cérebro é quebrada por momentos, e o tamanho do objecto não é considerado na decisão da criança para agir sobre ele", diz Judy DeLoache, professora de psicologia da Universidade de Virginia e autora principal do estudo.
Nos próximos tempos, os psicólogos vão investigar a natureza das falhas na integração dos dois sistemas e os factores que as provocam.
Cristina Pereira in jornal "Público" de 18Mai2004
Este artigo foi aqui colocado para que os papás e mamãs como eu que têem um filhote nestas idades, percebam tal como eu porque razão o miudo queria entrar para o interior de um carro de brincar com cerca de 50 cm quando ele, tendo vários adaptados ao seu tamanho escolhia aquele. Isto fazia-me tremenda confusão e como tal fui pesquisar e encontrei este artigo bastante interessante.
Da Républica Dominicana chega a história de um jovem de 25 anos que foi submetido a uma cirurgia de urgência para acabar com uma erecção que já durava há seis dias.Farto de "estar pronto" para qualquer mulher, o jovem contraiu uma "anemia falciforme", uma doença africana muito comum que causa uma erecção prolongada.
O sortudo garantiu que não tomou qualquer estimulante sexual, tendo ingerido apenas queijo e batatas. Como se adivinha, o caso fez sensação no hospital: As enfermeiras e as médicas ficaram "em pulgas" com o sucedido e não estou a falar de curiosidade médica...
Vai lá vai !!! Até a barraca abana...
in abola.pt
Parabéns para PORTUGAL, parabéns FCP esta foi uma vitória para todos os PORTUGUESES
Espreite neste link e verifique o Incómodo que a seta do rato pode causar...
Se existe algo em que o nosso País ainda está a milhas dos outros é no capítulo da educação sexual.
Nestes últimos tempos têm-se falado muito na existência futura de uma disciplina de educação sexual nas escolas.
Enquanto se discute se essa medida é para avançar ou não, nos outros Países apenas se discute o melhor local para leccionar essa disciplina.
Na foto que se segue podem ver como certos Países já levam esta disciplina muito a sério, e estão bem mais avançados do que nós nesta área.

Para aqui ALANDRO AL
Porque hei-de ter eu um BLOG num qualquer servidor estrangeiro, se posso estar num NACIONAL ?
O CYBERXAPARRO mudou-se de armas e bagagens pro Weblog.com.pt
Vai levar algum tempo até isto estar minimamente apresentável, mas peço paciência e compreensão.